Musica é Vida

 


Nestes 30 anos de ministério de música, sem dúvida nenhuma,
posso afirmar que meus grandes incentivadores foram meus pais. 

Desde pequeno, aprendi na convivência com eles valores
que ainda hoje me moldam e me fazem ser quem eu sou. 

Em casa, sempre escutávamos discos e k7’s do
padre Zezinho, Roberto Carlos e tantos outros.

 Na capela de Nossa Senhora de Nazaré, meu pai ajudava nas missas, inicialmente tocando
um aparelho pessoal de fita-k7 durante os momentos musicais das celebrações. 

Ele puxava procissões nas Semanas Santas e, com o tempo, adquiriu
 também um toca discos amarelo, que usava nas Ceias do Senhor. 

Com o tempo, começou a cantar também nas missas. 

Muitos até hoje se recordam da força da sua voz. 

Minha mãe em casa sempre amou também a música. 

Foi a primeira de nós a aprender violão.

 E eu, aprendendo com o testemunho dela, não apenas no segundo ano da catequese infantil,
no qual ela foi minha catequista, mas especialmente quando nossa família junta participava na paróquia Sagrada Família, Ilha do Governador, Rio de Janeiro, do Apostolado da Oração,
Legião de Maria, Tardes de Oração, Círculos Bíblicos, Novenas de Natal,
Campanhas da Fraternidade e Terços nas casas, dentre outros momentos abençoados. 

Encontros regados de Oração e Música. 

E na música da vida, o amor deles, superando provações e vivendo alegrias,
sempre tendo Deus por centro, repercutiu profundo nas fibras do meu ser.

 Repercute, corrijo-me. 

A existência deles, portanto, é música para a minha alma. 

E apenas por isso, e só por – tudo – isso, eles são parte integrante da minha musicalidade. 

Pois Música é Vida. 

A cada dia.

Pelas Frestas da Vida. 

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